01 · A Confusão
O botão "Impulsionar publicação", que aparece por baixo de qualquer post no Instagram ou Facebook, é uma versão simplificada do Gestor de Anúncios, feita de propósito para ser fácil, não para ser eficaz. Em poucos cliques, defines um orçamento e um público vago, e pronto, "estás a anunciar".
O problema é o que fica de fora: não tens acesso ao objetivo de leads, não consegues testar diferentes criativos entre si, a segmentação de público é muito mais limitada, e o pixel de conversão, que ensina o algoritmo a encontrar quem realmente compra — praticamente não entra em ação.
02 · A Armadilha
É rápido, é barato à vista e mostra números que parecem bons. Mais likes, mais comentários, "alcançaste 3.000 pessoas". O problema é que nada disto é dinheiro em caixa. Gostos e comentários não pagam a renda do stand.
3.000 pessoas alcançadas soa bem numa reunião de café.
Zero leads geradas não soa bem em lado nenhum.
03 · A Comparação
Não é a mesma ferramenta com uma interface diferente, é uma ferramenta pensada para um objetivo diferente. O boost existe para dar visibilidade rápida a uma publicação, não para gerar negócio de forma consistente.
04 · A Exceção
Não é preciso ser absolutista. O impulsionar tem o seu lugar quando o objetivo é só dar mais alcance a uma publicação orgânica que já está a ter boa resposta, um vídeo de entrega de um carro, um testemunho de cliente. Aí, mais visibilidade tem valor por si só, sem precisar de gerar uma lead direta.
O erro é usar o boost como se fosse a estratégia principal de geração de leads do stand, em vez de um pequeno reforço ocasional a conteúdo que já funciona sozinho.
Aplicado ao teu stand